

A advogada do Centro dos Direitos Humanos de Joinville, @cynthiamarialuz, sócia da sociedade de advogados Lessa &Assad Rupp, participou do jantar de premiação do "Joinville faz Bem", da NSC TV. Cynthia concorreu à indicação "Antonietas":
mulheres que fazem história com seu trabalho, luta e dedicação. Ela ganhou o prêmio Antonietas com mais de 73% dos votos.
É viúva, tem 65 anos e atua na defesa de direitos humanos desde que se formou em Direito pela Univali, em 1983. Foi casada com o advogado trabalhista Chico Lessa, falecido em 2015 e tem uma filha, a advogada Petra Lessa.
Cynthia nasceu em Itajaí e desde lá iniciou sua carreira assessorando os movimentos sociais e entidades de defesa de direitos humanos. Esteve presente nos atos pela reconstrução da UNE, no combate à ditadura militar e no apoio aos movimentos pela redemocratização do país.
É advogada do Centro dos Direitos Humanos Maria da Graça Braz, aqui de Joinville, desde 1989, conselheira do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) e, juntamente com outros defensores e defensoras de direitos humanos, milita em favor da dignidade humana, da defesa de direitos e pela construção de uma sociedade com consciência crítica e verdadeiramente democrática.
O Centro dos Direitos Humanos Maria da Graça Braz, com 46 anos de existência é uma das organizações de direitos humanos mais antigas existentes no país. Foi fundado em março de 1979, juntamente com o Padre Luiz Fachini, pároco da Igreja Cristo Ressuscitado do bairro Floresta e outras lideranças sindicais e políticas da época, muitas delas ligadas às Comunidades Eclesiais de Base (CEBEs).
No início da década de 80 surgiram as primeiras greves operárias e as ocupações de áreas urbanas em Joinville e o Centro, com apoio do Monsenhor Boleslau da Paróquia do Boa Vista, consolidou sua atuação em defesa da vida até os dias de hoje.
Em sua assembleia de fundação estiveram presentes figuras ilustres como Dom Paulo Evaristo Arns, o governador Luiz Henrique da Silveira e o presidente Lula.
A entidade atua na defesa de mulheres vítimas de violência, crianças e adolescentes, do direito à moradia, à educação à segurança pública, no sistema prisional e no monitoramento de políticas públicas que atendam às necessidades de todas as pessoas e eliminem as desigualdades sociais e econômicas.
Assista: https://globoplay.globo.com/v/13537553
Publicado em: 06/05/25